3 de junho de 2013

Parada Gay esperava 4 Milhões de pessoas, só 220 mil compareceram

O pastor Silas Malafaia criticou a realização da Parada Gay em São Paulo e as motivações políticas dos ativistas gays, dizendo que há manipulação de dados a respeito do número de participantes no evento.
Parada gay reuniu 220 mil pessoas, diz Datafolha; Pastor Silas Malafaia ironiza: “Sobrevivem de mentira e jornalismo tendencioso”Os organizadores do evento anunciaram que eram esperados 4 milhões de participantes, e ao final do evento, alegaram que devido à chuva, 3 milhões haviam comparecido. A Polícia Militar não realizou a medição de público no evento.
O número divulgado pelos organizadores, no entanto, apresenta uma diferença substancial em relação à medição de público realizada pelo Datafolha. Pelo segundo ano consecutivo, o instituto aplicou uma metodologia desenvolvida exclusivamente para aferir a quantidade de participantes em grandes eventos e manifestações públicas.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o público deste ano na Parada Gay foi 220 mil pessoas em média, 18,5% menor do que o de 2012, que havia sido de aproximadamente 270 mil pessoas.
No Twitter, o pastor Silas Malafaia ironizou o baixo público do evento e criticou veículos de comunicação, em especial os ligados às Organizações Globo, que superdimensionaram a quantidade de participantes.
“Parada Gay: Rede Globo, rádio Globo e CBN no sábado falaram que a parada ia ter mais de 3 milhões de pessoas. O que aconteceu? Fiasco. Tem mais… Jornal O Globo, às 19h disse que a Parada Gay tinha 400 mil pessoas. Se você acessar agora o número aumentou para 600 mil. Que vergonha! Ativistas gays só conseguem sobreviver da mentira e jornalismo tendencioso. Ano passado, o datafolha mediu o público da parada: 270 mil pessoas [...] Aí pessoal, do jeito que aumentam a cada hora o número da Parada Gay, talvez amanhã ao meio- dia chegue a 3 milhões”.
Confira o infográfico da Folha de S. Paulo com a medição realizada da Parada Gay:
infografico folha de s paulo - parada gay 2013
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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