22 de setembro de 2017

Toyoteiros fecham ruas do centro de Surubim em protesto. Prefeitura recua da decisão.

Pouco tempo após o secretário de defesa social de Surubim, Coronel  José Lopes, anunciar no jornal integração da rádio integração FM que os toyoteiros estavam proibidos de desembarcar passageiros na praça dídimo carneiro dezena de motoristas do transporte alternativo dirigiram-se até o local para reclamar da decisão da prefeitura.

As principais ruas do centro de Surubim foram fechadas pelos toyotas e muitos toyoteiros cercaram o secretário dando inicio as negociações para finalizar o protesto. Por volta do meio dia a secretária de defesa social cedeu a reivindicação da categoria e permitirá que eles parem no local para desembarcar seus passageiros no período da manhã. 

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SOLUÇÃO

Mesmo com uma rápida passagem pela pasta da defesa social ano passado creio que posso opinar sobre o assunto. 

Não adianta tentar fazer qualquer ajuste na rota dos toyoteiros sem que antes a secretaria forneça opções justas para que eles possam trabalhar. 

Um dos primeiros problemas que enfrentei ao assumir a secretaria ano passado foi um gravíssimo problema como este envolvendo os toyotas que fazem a linha João Alfredo Surubim enfrentavam.  Sem ter onde desembarcar seus passageiros os toyoteiros paravam em todo lugar, inclusive, no meio da rua. 

Para resolver o problema nós criamos pela primeira vez no município um ponto de embarque e desembarque de passageiros exclusivo para Toyotas. Este ponto fica em frente a Igreja universal na rua sete de Setembro. 

Os veículos chegavam na cidade, desembarcavam seus passageiros e seguiriam para aguardar a sua vez de lotar num local determinado. A ideia seria criar pontos de desembarque por todo o município nas outras linhas possibilitando aos toyoteiros e passageiros o embarque e desembarque de uma forma segura e sem atrapalhar o trânsito. 

Acredito que esta seja uma das medidas mais simples a serem tomadas para começar a resolver o problema. Depois deve ser visto o trajeto dos veículos quem vem de outros municípios e a regularização daqueles que trabalham de forma irregular na cidade. 

Melqui Ferreira 

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